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THCA sintase

Análise estrutural baseada em evidências de uma enzima da biossíntese de canabinoides em Cannabis sativa

Abrir o visualizador 3D

Como interpretar a THCA sintase nesta página

O gene THCAS codifica a THCA sintase em Cannabis sativa. A enzima converte CBGA em THCA. A reação bioquímica, a estrutura experimental depositada e as interpretações computacionais são apresentadas como camadas distintas de evidência.

Para acompanhar o raciocínio, confirme primeiro a identidade e a reação; depois examine a estrutura, o cofator e os resíduos; por fim, avalie as hipóteses, a proveniência e os limites. O glossário define os termos essenciais usados nesse percurso.

DICIONÁRIO DA PÁGINA

Termos essenciais para interpretar a THCA sintase

Estas definições explicam como cada termo é usado nesta página. Elas apoiam a leitura, mas não substituem os registros e artigos citados.

Abrir o glossário contextual Gene · enzima · reação · estrutura · modelagem
THCAS
Gene que codifica a THCA sintase. O nome do gene não deve ser usado como sinônimo da proteína.
THCA sintase
Enzima dependente de FAD que catalisa a conversão oxidativa de CBGA em THCA.
CBGA
Ácido canabigerólico, substrato da THCA sintase e precursor de diferentes canabinoides. Sua forma desprotonada é o canabigerolato, usado na equação enzimática desta página.
THCA
Ácido tetraidrocanabinólico formado pela enzima. Pode perder CO₂ e formar THC; THCA e THC não são a mesma molécula.
FAD
Dinucleotídeo de flavina e adenina, cofator ligado à proteína que participa da reação de oxidação.
Cofator
Componente não proteico necessário ou auxiliar à atividade de uma enzima. Nesta página, o principal exemplo é o FAD.
PDB 3VTE
Identificador do modelo experimental da THCA sintase depositado no Protein Data Bank.
Cristalografia
Método que usa difração de raios X para derivar um modelo tridimensional a partir de um cristal da proteína.
Ångström (Å)
Unidade equivalente a 10⁻¹⁰ metro, usada para expressar resolução estrutural e distâncias moleculares.
Resíduo
Aminoácido localizado em uma posição da cadeia proteica, como Cys176 ou Tyr484.
Sítio ativo
Região da enzima associada ao reconhecimento do substrato e à catálise. A estrutura isolada não prova todas as etapas do mecanismo.
Docking molecular
Método computacional que propõe poses de interação. Produz hipóteses e não comprova ligação ou atividade biológica.
Dinâmica molecular
Simulação do movimento de átomos ao longo do tempo, dependente do modelo, dos parâmetros e da amostragem utilizados.
Quimiotipo
Perfil químico observado em uma planta. Não deve ser inferido de forma definitiva por um único marcador genético.
Haplótipo
Conjunto de variantes próximas que tende a ser herdado em bloco em uma região do genoma.

MAPA DE EVIDÊNCIAS E RESPOSTAS

Onde consultar cada tipo de evidência

Use as rotas abaixo para localizar registros de sequência, observações estruturais, estudos funcionais e limites de interpretação.

  1. 01

    Identidade, gene, sequência e variantes

    Confirme o organismo, o registro da enzima, o identificador do registro proteico, o construto, o contexto do lócus e as variações de sequência publicadas.

    Governança das fontes Fontes de evidência Relatório funcional

  2. 02

    Estrutura e características funcionais

    Examine o registro experimental, o construto, as partições estruturais, FAD, resíduos catalíticos e limitações não resolvidas.

    Dados estruturais Ambiente molecular

  3. 03

    Mecanismo, cofator e contexto molecular

    Relacione a reação oxidativa aos papéis catalíticos propostos para FAD e resíduos selecionados, sem tratar uma estrutura estática como descrição completa do mecanismo.

    Reação definida Leitura mecanística

  4. 04

    Evidências, predição e incerteza

    Diferencie anotação de sequência, coordenadas experimentais, modelos preditivos, interpretação mecanística e hipóteses.

    Fontes de evidência Limitações Percurso de leitura

FUNÇÃO ENZIMÁTICA · EC 1.21.3.7

Oxidação do CBGA catalisada pela THCA sintase

O registro estrutural fornece a âncora experimental desta página. A referência proteica associada é UniProt Q8GTB6; BRENDA fornece a classificação enzimática e o registro complementar da reação.

A equação segue a IUBMB EC 1.21.3.7 e nomeia as formas carboxilato. O glossário introdutório usa os nomes dos ácidos correspondentes.

Âncora estrutural
PDB 3VTE · cadeia A · resíduos 28–545
Referência proteica
UniProt Q8GTB6
Método experimental
Difração de raios X · 2,75 Å
Cofator
FAD

Limite da evidência. A geometria molecular e a interpretação dos resíduos nesta página derivam desse registro. A classificação da reação é evidência funcional complementar e não substitui o registro estrutural.

Governança das fontes e rastreabilidade

O RCSB Protein Data Bank mantém o registro estrutural usado nesta página. Para tornar a análise verificável, cite o identificador estrutural apresentado no registro abaixo, os autores originais e o repositório; mantenha separadas as referências de proteína e reação.

Identidade, método, cobertura e proveniência da estrutura de THCA sintase
Organismo Cannabis sativa L.
Proteína THCA sintase
Referência proteica UniProt Q8GTB6
Estrutura PDB 3VTE
Cobertura estrutural Cadeia A, resíduos UniProt 28–545
Método experimental Difração de raios X, resolução de 2,75 Å
Classificação enzimática EC 1.21.3.7
Reação Canabigerolato + O2 → Δ9-tetraidrocanabinolato + H2O2
Cofator FAD
Campos de curadoria Fonte, nível de evidência, estado da revisão e notas
Rastreabilidade Identificadores PDB, UniProt e BRENDA, registro da publicação e histórico de recuperação

Sequência, modelo predito e estrutura experimental

Cada fonte responde a uma pergunta diferente: a sequência identifica a proteína, o modelo predito propõe uma conformação e o registro experimental fornece coordenadas derivadas de experimento sob condições definidas.

Registro de sequência

NCBI

Registros de sequência identificam o material nucleotídico ou proteico e sua versão. Gene, lócus e variantes devem ser conferidos nos registros genômicos correspondentes; uma sequência proteica não reúne, por si só, todas essas informações.

Sequência Tipo de sequência Identificador e versão

Modelo predito

AlphaFold

Este modelo estrutural predito orienta perguntas sobre a organização da proteína. A confiança da predição deve ser examinada por região; o modelo não substitui a estrutura experimental nem mede diretamente a flexibilidade molecular.

Conformação Hipótese Confiança local

Estrutura experimental

PDB 3VTE

Este modelo de coordenadas determinado experimentalmente registra geometria observada e posição do cofator sob condições específicas. É uma fonte primária para interpretação estrutural, não uma descrição completa da função ou da dinâmica molecular.

Experimental FAD 2.75 Å

Leitura estrutural da THCA sintase

O registro experimental permite examinar a posição do cofator e dos resíduos selecionados à luz dos resultados bioquímicos publicados. A leitura estrutural tem limites definidos pelo modelo e pelas condições do experimento.

A estrutura permite discutir a posição do FAD, o contexto dos resíduos e hipóteses sobre o acesso do substrato. A reação e os papéis catalíticos são interpretados com apoio das fontes bioquímicas citadas.

A legenda e os intervalos de resíduos derivam da cópia local do PDB e das notas de modelagem do projeto. A contagem de 502 corresponde aos resíduos poliméricos modelados com coordenadas; as faixas de domínio seguem a partição adotada para visualização.

Leitura do registro estrutural

A cópia local de 3VTE.pdb contém 502 resíduos modelados, 4.211 átomos e destaca NAG (6) e FAD (1).

Inspeção estrutural

Regiões destacadas na visualização

Inspecione FAD, âncoras 114/176, alça ASA, Ala116 (cadeia A) e Gly376/Ser448. Compare suas posições com as anotações e as fontes bioquímicas citadas.

502 resíduos modelados 4.211 átomos NAG (6) FAD (1)

Legenda da interpretação estrutural

Partições de modelagem

  • Domínio estrutural I (partição do modelo; resíduos 1–290)
  • Domínio estrutural II (partição do modelo; resíduos 291–545)
  • Cofator FAD e atividade catalítica (FAD; âncoras 114/176)
  • Âncoras do cofator (His114/Cys176) e base catalítica proposta (Tyr484)
  • Cavidade de ligação do substrato (SBR; resíduos de suporte 292/417)
  • Segmento 354–380 (alça ASA na visualização)
  • Ala116 da cadeia A (posição de comparação; função específica não atribuída)
  • Posições de comparação (Gly376 e Ser448)

Referências da modelagem

Fontes de dados

  1. Phytochemical and genetic analyses of ancient cannabis from Central Asia 2008. DOI 10.1093/jxb/ern260
  2. Resurrected Ancestral Cannabis Enzymes Unveil the Origin and Functional Evolution of Cannabinoid Synthases 2026 (publicação inicial online em 2025). DOI 10.1111/pbi.70475
  3. Structure and Function of Δ1-Tetrahydrocannabinolic Acid (THCA) Synthase, the Enzyme Controlling the Psychoactivity of Cannabis sativa 2012. DOI 10.1016/j.jmb.2012.06.030
  4. Crystal Structure of Tetrahydrocannabinolic Acid Synthase from Cannabis sativa (RCSB PDB: 3VTE) 2012. DOI 10.2210/pdb3VTE/pdb

O gerador de scripts e o visualizador molecular estão na seção de ambientes virtuais. Use-os para inspecionar as anotações estruturais.

Evidência estrutural Animação estrutural da THCA sintase (PDB 3VTE)

Dossiê complementar: genoma, evolução e expressão

A reação e a estrutura experimental são examinadas nas seções anteriores. Este dossiê acrescenta organização genômica, evolução das sintases, expressão em tricomas, aplicações de marcadores e referências primárias.

Abrir o dossiê técnico e as referências da THCA sintase Genoma · evolução · expressão · marcadores · referências

1. Localização e organização genômica

Nas montagens genômicas discutidas pelos estudos de mapeamento citados, os lócus das famílias THCAS e CBDAS ocorrem em uma região repetitiva associada ao quimiotipo. Historicamente, a produção de THCA e CBDA foi interpretada por um modelo mendeliano simples do lócus B, com BT para THC e BD para CBD. Os modelos genômicos atuais acrescentam variação no número de cópias, estrutura de haplótipos, elementos transponíveis e coordenadas específicas da montagem. Por isso, tamanho do lócus, localização cromossômica e estimativas de recombinação devem ser informados junto da cultivar e da montagem de referência.

2. História evolutiva das sintases de canabinoides

As sintases de canabinoides pertencem à família de enzimas semelhantes à enzima de ponte da berberina. Villard et al. (2026) inferiram sequências ancestrais e testaram enzimas produzidas a partir delas. A atividade das enzimas reconstruídas incluiu promiscuidade catalítica: conversão de CBGA em mais de um produto — THCA, CBDA e CBCA — in vitro. Esses ensaios sustentam hipóteses sobre a função ancestral; não testaram uma enzima recuperada de restos vegetais antigos. O estudo relaciona a especialização posterior à duplicação e à diversificação gênicas. Evidências arqueobotânicas e fitoquímicas de restos vegetais antigos informam a história do uso humano, mas não identificam sozinhas alelos modernos de THCAS nem estabelecem a função de uma enzima ancestral.

3. Expressão em tricomas glandulares

Estudos de expressão citados neste módulo relatam enriquecimento de THCAS nas células secretoras dos discos das cabeças de tricomas glandulares, especialmente em inflorescências femininas. Os resultados abaixo provêm de estudos regulatórios distintos; não constituem um único circuito validado experimentalmente:

  • CsYABBY3 e CsAS1 formam um circuito de retroalimentação positiva que sustenta a biossíntese de canabinoides e a diferenciação dos tricomas. Zhu et al. (2026) examinaram a ativação dos promotores de CsPT4 e CsCBDAS.
  • CsAP2L1 favorece a atividade do promotor de THCAS nos ensaios relatados por Liu et al. (2021).
  • CsMYB1 e CsWRKY1 foram propostos como reguladores negativos da expressão de THCAS nesse estudo; isso não estabelece repressão da via inteira em todos os contextos.

4. Aplicações e limites dos marcadores no melhoramento

Distinguir cópias potencialmente funcionais e não funcionais de THCAS pode apoiar o melhoramento e fluxos de conformidade específicos de cada jurisdição. Métodos como RFLP e análise de fusão de alta resolução (HRM) usam polimorfismos selecionados para estimar o quimiotipo durante a fase vegetativa. Esses marcadores são preditivos, não definitivos, e devem ser interpretados junto do número de cópias, haplótipo, cultivar, condições de cultivo e perfis de canabinoides medidos.

5. Referências consultadas

Cada referência abaixo aponta para seu DOI verificado ou registro da editora original. Os títulos são apresentados por extenso para que o visitante identifique a evidência antes de abrir a fonte.

  1. Shoyama et al. (2012) — Structure and function of Δ1-tetrahydrocannabinolic acid (THCA) synthase, the enzyme controlling the psychoactivity of Cannabis sativa Journal of Molecular Biology · DOI 10.1016/j.jmb.2012.06.030
  2. Russo et al. (2008) — Phytochemical and genetic analyses of ancient cannabis from Central Asia Journal of Experimental Botany · DOI 10.1093/jxb/ern260
  3. Villard et al. (2026) — Resurrected ancestral cannabis enzymes unveil the origin and functional evolution of cannabinoid synthases Plant Biotechnology Journal · DOI 10.1111/pbi.70475
  4. Zhu et al. (2026) — A novel CsYABBY3–CsAS1 feedback loop coordinates trichome differentiation and cannabinoid biosynthesis in Cannabis sativa L. Advanced Science · DOI 10.1002/advs.75055
  5. Lynch et al. (2025) — Domesticated cannabinoid synthases amid a wild mosaic cannabis pangenome Nature · DOI 10.1038/s41586-025-09065-0
  6. Allen et al. (2026) — The structure of the chemotype determining locus in Cannabis sativa Plant Direct · DOI 10.1002/pld3.70166
  7. Cirovic et al. (2017) — Differentiation of Cannabis subspecies by THCA synthase gene analysis using RFLP Journal of Forensic and Legal Medicine · DOI 10.1016/j.jflm.2017.07.015
  8. Kojoma et al. (2006) — DNA polymorphisms in the tetrahydrocannabinolic acid (THCA) synthase gene in “drug-type” and “fiber-type” Cannabis sativa L. Forensic Science International · DOI 10.1016/j.forsciint.2005.07.005
  9. Sirikantaramas et al. (2005) — Tetrahydrocannabinolic acid synthase, the enzyme controlling marijuana psychoactivity, is secreted into the storage cavity of the glandular trichomes Plant and Cell Physiology · DOI 10.1093/pcp/pci166
  10. Sirangelo, Ludlow, and Spadafora (2022) — Multi-omics approaches to study molecular mechanisms in Cannabis sativa Plants · DOI 10.3390/plants11162182
  11. Gloerfelt-Tarp et al. (2023) — Using a global diversity panel of Cannabis sativa L. to develop a near infrared-based chemometric application for cannabinoid quantification Scientific Reports · DOI 10.1038/s41598-023-29148-0
  12. de Meijer et al. (2003) — The inheritance of chemical phenotype in Cannabis sativa L. Genetics · DOI 10.1093/genetics/163.1.335

Visualização molecular e anotações estruturais

O ambiente interativo reúne o registro experimental, anotações de resíduos e um gerador de scripts PyMOL. Cada anotação indica o que é observado no modelo e o que depende de interpretação bioquímica.

A visualização ajuda a localizar resíduos e o cofator, mas não mede atividade enzimática. Consulte os resultados experimentais citados ao interpretar o papel de cada posição.

Estação de trabalho interativa

Gerador de scripts PyMOL

Use a estrutura de referência para inspecionar a proteína e o cofator. Selecione os destaques desejados e gere um script PyMOL que registre essas escolhas.

  1. Use a referência: o projeto fornece o arquivo estrutural experimental.
  2. Defina a visualização: ajuste as cores e selecione as anotações estruturais.
  3. Gere e exporte: atualize o script e baixe o arquivo .pml para uso no PyMOL.
  4. Leia a estrutura: ative a visualização 3D ou selecione um resíduo destacado.
Estrutura de referência para visualização e script

3VTE.pdb · estrutura de referência

A página carrega automaticamente a referência do projeto. Não é necessário enviar arquivos: use os controles abaixo para definir a leitura visual e gerar o script PyMOL.

Anotações do script: estes controles definem quais comandos PyMOL serão incluídos no arquivo gerado.

Script gerado

Inspeção molecular interativa

Localize resíduos e consulte as evidências

Selecione um resíduo curado ou clique em um átomo. O explorador localiza a seleção no modelo, distingue observação estrutural de interpretação funcional e apresenta a fonte correspondente.

Aparência da estrutura

Cores da estrutura

Escolha as cores. A visualização 3D e o script PyMOL são atualizados sem recarregar a estrutura.

As cores serão aplicadas assim que a visualização 3D for ativada.

Visualizador 3D pronto sob demanda

PNG: 2400 × 1800 px.

Fonte, citação e direitos da imagem exportada: dados estruturais PDB 3VTE (DOI 10.2210/pdb3VTE/pdb), disponibilizados pelo wwPDB sob CC0 1.0. Interpretação estrutural baseada em Shoyama et al. (2012). Composição visual © 2026 Kannabium. Fonte, artigo, licença, cores e seleção ativa são incorporados ao PNG.

Prévia estática da THCA sintase 3VTE

Arraste para girar, role para ampliar e clique em um átomo para inspecionar seu resíduo. O rótulo espacial acompanha o resíduo selecionado.

His114 e Cys176 possuem ligação covalente ao FAD registrada em 3VTE; Tyr484 tem função catalítica proposta. Gly376 e Ser448 são posições de comparação, sem função catalítica atribuída nesta página.

Resumo do visualizador

Estado Inicializando…

Modelo manual de contingência (opcional)

Use este modelo mínimo para trabalho manual sem conexão. Para reproduzir as seleções feitas nesta página, baixe o script do gerador acima.

Mostrar modelo mínimo de contingência para PyMOL
load 3VTE.pdb
hide everything
show cartoon, polymer.protein
color forest, polymer.protein
select fad, resn FAD
show sticks, fad
color yellow, fad
zoom

Atividades analíticas orientadas

  1. Inspeção estrutural — carregue a estrutura da THCA sintase e identifique a cadeia proteica, os cofatores, as estruturas secundárias e os ligantes visíveis.
  2. Conexão com a via — relacione CBGA, THCA e THC e explique por que a estrutura enzimática importa para compreender a biossíntese de canabinoides.
  3. Nota curatorial — escreva uma nota breve que vincule a estrutura a uma fonte, um domínio, entidades e um nível de evidência.
  4. Script PyMOL — gere um script que destaque a proteína, o cofator e os resíduos selecionados.
  5. Modelagem de banco de dados — proponha tabelas para espécies, genes, proteínas, compostos, estruturas, fontes e notas de curadoria.
  6. Avaliação crítica — discuta o que uma estrutura cristalográfica pode mostrar e o que não pode provar por si só.

Escopo de inferência de uma estrutura experimental

O modelo foi obtido por cristalografia sob condições experimentais específicas. A interpretação funcional exige evidências adicionais.

Considere estes limites ao usar o modelo:

Documente a qualidade do modelo, os parâmetros e a origem dos dados; interprete os resultados em conjunto com literatura, sequência, enzimologia e dados de vias.

CONCLUSÃO

O que está estabelecido e o que permanece em avaliação

Estabelecido

THCAS codifica uma enzima que converte CBGA em THCA, e o Protein Data Bank contém um modelo estrutural experimental dessa proteína.

Exige evidência adicional

Etapas do mecanismo, efeitos de variantes e consequências funcionais precisam de dados bioquímicos, genéticos ou celulares.

Próximo passo verificável

Compare resíduos e hipóteses com os estudos citados e registre a fonte, o método e o limite de cada conclusão.

No percurso ampliado de leitura, a THCA sintase representa a etapa enzimática vegetal que conecta Cannabis sativa à biossíntese de THCA. O módulo independente do CB1R acrescenta um contexto farmacológico de vertebrados; não integra a via biossintética vegetal e não implica coevolução direta entre reinos.

O visualizador e o gerador de scripts permitem retomar essa leitura diretamente no modelo experimental.

PRÓXIMO · KANNABIUM VIRTUAL LAB

Kannabium Virtual Lab

Da evidência estrutural às propostas de experimentação molecular.

Apresentação disponívelLab · execução ainda não liberada; acesso condicionado à publicação de código reprodutível.
Conhecer o Kannabium Virtual Lab →

REUTILIZAÇÃO DE UMA ANÁLISE

Dados e critérios para análises posteriores

Identifique a enzima

Registre Cannabis sativa, o identificador do registro proteico UniProt Q8GTB6 e a estrutura PDB 3VTE. Identifique o construto e a cadeia usados na análise.

Registre os parâmetros da análise

Registre a versão do PDB, os resíduos selecionados, o cofator, a fonte da anotação e os parâmetros de visualização ou análise. Salve o script PyMOL gerado junto desses registros.

Sustente a interpretação funcional

Distinga as coordenadas e ligações observadas em 3VTE dos papéis catalíticos propostos. Cite o ensaio bioquímico ou estudo comparativo que sustenta cada afirmação sobre a função ou a evolução da enzima.

THCA sintase 3VTE
Prévia ampliada da THCA sintase 3VTE
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