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Registro computacional curado · CB1R–THC

Preparação e análise preliminar do sistema CB1R–THC em membrana

Documentação do receptor 5XRA, docking do THC, construção da membrana, dinâmica molecular disponível e limites de interpretação.

ESCOPO DA PÁGINA

Objetivo, dados disponíveis e limites da análise

A página documenta a preparação do receptor e do THC, a construção do sistema de membrana e a análise da janela de 300–400 ps. Cada etapa identifica os arquivos disponíveis e os limites das conclusões.

01

Fatores que influenciam a resposta do CB1R

A resposta do receptor depende do ligante, do estado conformacional, do contexto celular e do desenho experimental.

02

Estrutura experimental e pose modelada

Acompanhe como uma estrutura experimental e uma pose de THC são convertidas em um sistema computacional que pode ser examinado ao longo do tempo.

03

Separação entre resultados e hipóteses

Diferencie visualização, observáveis derivados da simulação, evidência experimental e inferência biológica antes de formular conclusões.

CONTEXTO DO SISTEMA

Composição e preparação do sistema

O receptor foi preparado a partir do PDB 5XRA, cuja estrutura contém o ligante AM11542. O THC foi inserido separadamente por docking. A trajetória resultante representa um modelo computacional do sistema, não uma observação experimental da ligação entre CB1R e THC.

02

Ligante

THC, PubChem CID 16078, preparado localmente com um conjunto de parâmetros compatível com GAFF2.

Fórmula
C₂₁H₃₀O₂
Massa molar
314,46 g·mol⁻¹
Modelo local
53 átomos · 55 ligações
Registro do composto no PubChem ↗
03

Ambiente

Bicamada POPC/CHL1, água TIP3P, proteína ff19SB, membrana Lipid21 e parâmetros GAFF2 para o ligante.

04

Pergunta

Como a forma do receptor, os contatos com o ligante e o ambiente de membrana variam ao longo da trajetória simulada?

ESTADO DO ESTUDO

Etapas concluídas, em revisão e planejadas

Os quatro marcos distinguem o material documentado, o registro em revisão e o trabalho ainda necessário para validar a trajetória.

  1. 0.1
    Preparação e docking

    Docking, parâmetros do ligante, construção da membrana, diagnósticos, minimização e aquecimento.

    Documentado
  2. 0.2
    Equilibração restrita e revisão

    Resultados até a janela de análise de 300–400 ps, controles de qualidade e visualizações moleculares.

    Registro atual
  3. 0.3
    Dinâmica de produção

    Amostragem mais longa, réplicas independentes e processamento consolidado das trajetórias.

    Planejado
  4. 1.0
    Relatório técnico

    Scripts reprodutíveis, proveniência completa e conclusões limitadas pelas evidências.

    Planejado
O que a dinâmica molecular simula?

Uma trajetória de dinâmica molecular propaga numericamente posições e velocidades atômicas sob um campo de força selecionado. No modelo, ela pode revelar relaxamento, flutuações, contatos e resposta ao ambiente.

Ela não estabelece automaticamente afinidade experimental, eficácia fisiológica ou convergência. Essas afirmações exigem preparação validada, amostragem adequada, controles e réplicas independentes.

Como as seleções visuais foram feitas no PyMOL?
SELECT RECEPTOR, CB1R_THC AND POLYMER.PROTEIN
SELECT THC, CB1R_THC AND RESN THC
SELECT MEMBRANE, CB1R_THC AND RESN PA+PC+OL+CHL

A convenção visual usa ciano/verde-azulado para o CB1R; átomos de carbono verdes, oxigênios vermelhos e hidrogênios brancos para o THC; e amarelo para a membrana. Use a animação para localizar o receptor, o THC e a membrana no modelo. Avalie a estabilidade com as métricas documentadas da trajetória.

VISUALIZAÇÃO MOLECULAR

Visualizações do complexo CB1R–THC na membrana

A galeria identifica o receptor, o THC, a bicamada e o bolsão ortostérico. As animações mostram o trecho registrado da trajetória; estabilidade e convergência devem ser avaliadas pelas métricas.

CB1R em ciano com THC destacado em verde no sítio ortostérico, circundado por uma representação amarela da membrana
Composição do sistema modeladoCB1R em ciano, THC em verde e bicamada lipídica em amarelo; a imagem não mede estabilidade nem afinidade.

LEITURA DA IMAGEM

Membrana, receptor e ligante na imagem

A membrana aparece como uma rede molecular amarela; o CB1R é mostrado em ciano/verde-azulado, e o THC é destacado por átomos de carbono verdes, oxigênios vermelhos e hidrogênios brancos no sítio ortostérico. A imagem identifica componentes e orientação espacial, mas não demonstra convergência da trajetória.

Membrana · amareloCB1R · ciano/verde-azuladoTHC · carbono verde + oxigênio vermelho

MOVIMENTO REGISTRADO

Animações disponíveis

Os vídeos mostram o trecho registrado da trajetória em duas escalas. Contatos e deslocamentos devem ser avaliados nos dados quantitativos, não apenas nas animações.

Movimento em escala de sistema Dinâmica CB1R–THC na membrana Observe a geometria do receptor e a posição do ligante no ambiente de membrana modelado.
Movimento no bolsão ortostérico THC verde no bolsão de ligação ortostérico do CB1R Examine a posição do ligante dentro da cavidade do receptor e sua geometria local sem interpretar apenas a animação como prova de estabilidade da ligação.

FLUXO COMPUTACIONAL

Método computacional, registros e limites por etapa

Selecione uma etapa para ver o que foi realizado, o que está disponível e o que o resultado não permite concluir.

PROVENIÊNCIA ESTRUTURAL

Estrutura 5XRA usada na preparação do receptor

O diretório computacional local identifica o 5XRA como fonte do receptor. Seu construto, mutações, cobertura de fragmentos e contexto do ligante original permanecem parte da interpretação.

Estado da evidênciaFonte identificada; construto, mutações e cobertura de fragmentos continuam exigindo interpretação.

MEDIDAS DA ETAPA NPT

Temperatura, volume e contatos entre 302 e 400 ps

Na etapa NPT, a caixa de simulação pode variar de volume enquanto temperatura e pressão são controladas. Percorra os pontos da análise local para comparar temperatura, volume, dimensão Z da caixa e contatos THC–CB1R. A altura da caixa inclui a membrana e o solvente; não é uma medida da espessura da bicamada.

302 ps400 ps
Ponto de controle 1 · 302 ps

Os valores são pontos de controle registrados nos arquivos summary.TEMP, summary.VOLUME, box_dimensions.dat e contacts_count.dat. Os registros da caixa e dos contatos são indexados pelo quadro de análise.

Temperatura310,11 Kalvo: 310 K
Volume948.550,14 ųvolume registrado do sistema
Dimensão Z da caixa94,30 Åquadro de análise 1
Contatos131 / 0nativos / não nativos

REGISTRO DE RESULTADOS

Resultados disponíveis nos arquivos locais

Os valores abaixo resumem o registro local. A verificação requer consulta à topologia, às coordenadas, à trajetória e aos arquivos de execução; a pontuação de docking não é uma afinidade medida.

PONTUAÇÃO DO DOCKING−11,21

kcal·mol⁻¹ · pose 1 do Vina

JANELA DE ANÁLISE300–400

ps · registro preliminar da trajetória

TEMPERATURA-ALVO310

K · alvo da equilibração

NEUTRALIZAÇÃO14 Cl⁻

0 M de concentração de sal adicionada

Construção do sistema97.244 átomos

registro do sistema sem colisões; uma construção final separada contém 98.718 átomos.

RMSD do backbone≈ 0,20–0,22 Å

registrado na janela de 300–400 ps examinada.

RMSD dos átomos pesados do THC≈ 0,27 Å

após o ajuste pelo CB1R na mesma janela.

Definição de contatoPose inicial

a referência “nativa” é computacional, não experimental.

REVISÃO TÉCNICA

Pendências que limitam a validação do modelo

Os arquivos formam um registro preliminar rastreável. A interpretação biológica permanece limitada até que as decisões de preparação e a amostragem sejam revisadas.

DOCUMENTADO

Registros disponíveis

  • Receptor derivado do 5XRA e resultados do docking com THC.
  • Sistema de membrana lipídica mista com água TIP3P.
  • Etapas de minimização, aquecimento, NPT e membrana semi-isotrópica.
  • Análises de RMSD, RMSF, contatos, ligante e caixa.
VERIFICAR ANTES DE AFIRMAR

O que permanece em aberto

  • Confirmar CYS154–CYS161 na topologia final; a ligação é declarada no registro de preparação.
  • Revisar a protonação, pois a protonação automática foi ignorada.
  • Distinguir os íons de neutralização de um protocolo de sal fisiológico.
  • Resolver a divergência entre o arquivo do receptor na configuração do docking e no log.
  • Estabelecer amostragem de produção, réplicas e convergência.

USOS E LIMITES DA EVIDÊNCIA

Aplicações adequadas para este registro preliminar

Este registro pode ser usado para formular hipóteses sobre o reconhecimento do ligante e o movimento do receptor. A avaliação dessas hipóteses requer ensaios experimentais, maior amostragem e simulações independentes.

PESQUISA

Formulação de hipóteses estrutura–atividade

Modelos computacionais podem organizar hipóteses sobre reconhecimento, seletividade, mudança conformacional e contatos ligante–receptor antes dos testes experimentais.

INDÚSTRIA

Comparação documentada de poses e interações

Registros estruturais curados podem apoiar a comparação de poses e interações, a documentação das decisões analíticas e fluxos reprodutíveis de pesquisa e desenvolvimento. Isoladamente, eles não demonstram a eficácia de um composto.

CIÊNCIA PÚBLICA

Separação entre simulação e experimento

Identificar a origem de cada afirmação permite distinguir resultados simulados, resultados experimentais e inferências biológicas.

ESCOPO INTERPRETATIVO

Conclusões sustentadas por cada camada de evidência

O docking propõe uma hipótese de pose. Afinidade de ligação e tempo de residência exigem evidências experimentais ou computacionais validadas.

Uma janela de análise de 300–400 ps caracteriza comportamentos de curta duração; convergência em escala longa e um modo de ligação único exigem análises mais extensas e replicadas.

O 5XRA é a fonte estrutural local e documenta um contexto experimental ligado ao AM11542. Evidências de THC cristalizado exigem uma estrutura obtida com THC em condições experimentais documentadas.

Leia o contexto de dinâmica molecular do CB1R · Leia a interpretação do docking

PRÓXIMO · KANNABIUM VIRTUAL LAB

Kannabium Virtual Lab

Do estudo documentado às propostas de experimentação computacional.

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